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21.3.16

No rain em "O momento da Galp"

Após sucessão de quatro higher lows desde mínimos do ano, a 20 de Janeiro, a petrolífera portuguesa consolidou o movimento que lhe terá dado força para quebrar a resistência, com largos meses de invencibilidade, pelos 11 euros! No momento em que escrevo dá a sensação, nos movimentos da cotada, de um teste ao dito valor quebrado! Ora vejam o gráfico, com fecho da última sessão:


Se for para valer e confirmar a quebra da resistência então podemos olhar para cima e, no cenário mais optimista, esticar a cotação para os 13 euros reflectindo a projecção do triângulo ascendente que parece ter desenhado! Para os mais cautelosos, alguma razão até porque o valor na zona dos 12 euros impõe respeito! Para baixo, e dando relevo ao interessante rácio custo/benefício, a zona de resistência quebrada (a confirmar!), ora em diante suporte sem retirar a devida importância ao prolongamento da hipotenusa (leia-se linha de tendência) do triângulo a sombreado!

Para conclusão da apreciação ao momento da Galp, uma iguaria do nosso cardápio no Spotify! Nostálgica, a aconchegar a tarde chuvosa! 

Fiquem bem, bons trades!



  

14.2.16

Gráficos avulso

O PSI20 está naquele ponto em que, pqp o gajo, com 15% de queda em mês e meio, parece um destruidor de papel tão bom quanto o rambo a devastar o Afeganistão:


O gráfico diz que daqui para baixo, se cai, só se levanta se lhe enfiarem um foguete no traseiro, porque está nuns mínimos tão mínimos que, pqp, abaixo disto... congela!


Gráfico:


Seguindo a nossa sui generis maneira de atuar, fomos à bulha na sexta-feira para um, estamos em crer, bref combat. Ficam as nossas escolhas:




Entre o BCP e o BPI o primeiro estava num ponto importante do ponto de vista técnico, mas a queda de 3% meteu-nos um medo muito grande e ficamos a pensar, talvez mal, que ainda o vamos apanhar no mínimo histórico:


BPI com um bocado de boa vontade pode estar ali a desenhar uma coisa parecida com uma lta apoiada em higher lows (será?) e pareceu-nos mais apetecível! Esta notícia deixa-nos a pensar que a aposta foi boa!


Escusado será dizer que estamos over and out se as linhinhas horizontais que pomos nos gráficos forem postas em perigo! Para este peditório não damos! PQP!

14.9.15

Galp

Aqueles que ainda não levaram no trombil a pontos de ficarem de molho durante uns tempos podem muito bem considerar o seguinte gráfico da Galp como material de estudo:


É um tiro longo e o aspeto global do PSI20 desaconselha em absoluto grandes aventuras, mas a aproximação do dividendo intercalar (ex-dividendo a 21/9) pode ativar um movimento semelhante ao de final do ano passado. A quebra daquele duplo mínimo relativo (diríamos que um fecho abaixo dos 8,5) é a dica de ida a mínimos do ano e sinal, portanto, de que a hipótese de trabalho não passou da fase académica! Para cima, vemos como target a EMA21 cerca dos 9,3 €. Se o risco compensa, é matéria para cálculos elaborados que só V. Ex.ª poderão fazer, até porque, verdade seja dita, racionalmente isto está bom para curtos!

12.4.15

Três gráficos

Hoje não tenho tempo para muito, de maneira que vou deixar os gráficos praticamente falarem sozinhos.

Na Galp a quebra em fecho dos 12 coloca pressão imediata na zona entre os 12,90 e os 13,15. Não cremos que seja para já, uma vez que o movimento vai esticado e não falta quem não tire de ideia vê-la a fechar o gap deixado nos 10,90 (claro que o dinheiro fresco em que os bancos estão atolados tem uma palavra muito importante a dizer nas correntes condições do mercado, pelo que tudo aquilo que dissermos deve ser lido sem esquecer que vivemos tempos excecionais). A nós não precisavam de nos fazer sinal se a víssemos a pousar nos 11, mas a tal quebra dos 12 também não nos deixa indiferentes. Aos valores atuais não nos interessa!


A Jerónimo foi a vencedora do concurso de beleza de sexta-feira e quiçá graças à revisão em alta do BPI fechou em máximo do dia. Agora, aproximou-se de uma zona que nos parece bastante complicada e que culmina na estupenda zona de resistência de 30 cêntimos acima dos 12,90. Não cremos que quebre já; no ano passado nunca conseguiu (claro que no ano passado já andava tudo desconfiado do BES e este ano está tudo animado com o BCE: faz diferença, não?). Se a virmos na lta é uma boa compra, e se quebrar os 13 com força, diabo, vamo-nos a ela. A estes valores, preferimos que outros façam o trabalho!


A Mota não passou a resistência e deu para trás. É das poucas que não está (nem esteve este ano) sobrecomprada e talvez por isso não nos dê vontade nenhuma de a comprar (é incongruente mas ninguém disse que a bolsa era uma atividade lógica). Acima dos 3,66 talvez dê uma boa compra (se apresentar bons resultados, quebra-os de um gás só). Daí para baixo arrenega!


7.4.15

De regresso ao trabalho

Chamem-me cagarola (ou estraga-fodas, ainda que não vá dar necessariamente no mesmo), mas a verdade é que ando sem vontade nenhuma de pôr dinheiro neste mercado. Talvez precise de ver o PSI20 dentro da caixa laranja para me convencer de que ainda há grampo que pode vir para o lado de cá em tempo útil, porque com 27% de subida no que vai de ano e a aproximação de datas tão importantes (decisões na Grécia, eleições no Reino Unido, etc.) ninguém me tira a ideia de que precisávamos de consolidar antes de nos abalançarmos a mais subidas. 


O meu problema, e de todos aqueles que pensam como eu, é que nós estamos a viver tempos excecionais por causa do extravagante manancial de dinheiro fresco que o BCE anda a colocar no mercado. Tempos como estes são um desatino pegado porque só se tivermos poderes mágicos é que conseguimos adivinhar por que porta é que o dinheiro vai entrar para nos colocarmos de maneira o podermos surfar a enxurrada.

Veja-se, por exemplo, o que se passou hoje com a Galp. O Diário Económico (DE) já disse que a picada foi por causa da subida do preço do petróleo, e há quem aponte a análise da CaixaBI como a causa do feito, mas a mim ninguém me tira a convicção de que com a debandada da banca e os camiões de cacau sempre a atestar os cofres restaram poucas alternativas a quem está encarregado de alocar o pastel para dar conta do recado. Vai daí, e porque o gráfico também disse que sim, apostou-se nos refinados. O DE diz que vai aos 11,40 e nós até nem discordamos, embora a coisa não deixe de ser uma carta de jogar. 


A notícia de que o Ulrich queria comprar o NB ao preço da uva mijona e que o BdP já lhe disse que não, teria à partida duas leituras:
  • Há boas propostas pelo NB e:
    • não vai ser necessário os outros bancos cobrirem perdas estatais;
    • se o ex-banco salgado vale muito, então os outros muito valem.
  • Com o BPI fora da corrida, perfilam-se como vencedores os chineses que são por demais conhecidos por não facilitarem quando está em jogo investir à grande. Ora eu nunca vi que a entrada de chineses numa determinada área de negócio tenha sido positiva para quem já tem a tenda montada. Se é para concorrer, diabo, que ninguém queira a concorrência dos de olhos em bico. São foda!
Claro que a primeira leitura levaria as cotações para cima, ao passo que um aumento da concorrência é, evidentemente, motivo para quedas. No final, o mercado decidiu-se pela segunda opção e eu não acho que tenha feito mal.

No BCP a zona dos 0,089 é de compra (suporte e SMA200), até porque se quebra não precisamos que nos assobiem para largar a carga. Entrando, expomo-nos à hipótese de que o mercado reconsidere a leitura de hoje e venha, feito catavento, dizer que o aumento de concorrência é mais do que argumento para retomar a ideia de fusão com o BPI, levando à correspondente correção.


Mas, sou-vos franco, onde eu tenho pena de não estar investido é na Portucel. A papeleira malcheirosa tem um daqueles gráficos que cheira tanto a dinheiro que é impossível não se ficar pedrado por atascar a carteira com tão interessante produto. Confiram:


Agora há ali um topo de canal que pode emperrar o movimento, mas a notícia de que o dividendo deste ano corresponde a uma rendibilidade de 10% vai continuar a atrair compradores porque toda a gente sabe que esse tipo de juros não existe em mais lado nenhum. Bem sei que há a correção das cotações no dia de ex-dividendo, mas ninguém está aqui a falar em esperar para embolsar os dividendos, mas apenas em apanhar o movimento antes dele se esgotar (no ano passado, esta mesma trampolineira subiu 15% nos 15 dias que antecederam os dividendos e depois arriou coisa de 27% no 4 meses que se seguiram). 

Não se esqueçam, também, que este diabo já leva 40 e tal por cento de subida este ano, o que significa que já há muito boa gente suficientemente satisfeita para começar a pensar em partir para outra. Parecendo que não, é um azar muito grande um indivíduo ser o último a entrar numa caca em que toda a gente andava a ganhar dinheiro. Mas é o tipo de azares que acontece a muito boa gente quando se põe a olhar para gráficos que têm o aspeto do da Portucel. Uma chamada de atenção adicional para esta notícia que pode vir a ter desenvolvimentos bastante desagradáveis.

3.2.15

Galp

Mal o mercado abriu houve um senhor simpático que nos vendeu Galp no mínimo do dia. Parece que não, mas há muita gente boa nos mercados e às vezes somos nós que aliviamos a carga que o nosso próximo carrega! Temos que ser assim, uns pelos outros, porque num mercado bull há dinheiro que chegue para todos e até sobra! É certo que o PSI ainda navega em águas turbulentas, mas só os distraídos ainda estão com dúvidas de que isto vai bombar e não vai ser nada pouco. Ámen!

Com a troca que fizemos, enhorabuena, de BCP comprado ontem por BPI (que deu sinais de correr mais depressa) a que há que somar o incrível salto da Mota (finalmente!), já podemos enfardar marisco no Ramiro sem correr o risco de ficarmos mal dispostos!

Falemos da Galp.

Preocupa-nos o facto de o target do duplo fundo se ter atingido hoje, mas com o petróleo em modo short squeeze não descartamos a hipótese de irmos ao topo do canal fechar o gap nos 10,43€. Uma vez que o movimento está um bocado esticado (tal como no petróleo) não será de admirar uma vinda à base do canal nos 9,65€ (ou até aos 9,50 onde se encontra a EMA9), esperemos que depois de ir lá acima. Dê por onde der a verdadeira fronteira bear/bull na Galp está na zona entre os 11,30€ e os 11,80€, pelo que ainda temos pano para mangas até chegarmos ao momento de todas as decisões! Confiram, por favor.

12.6.14

Galp

Apenas uma questão: com a subida do preço do petróleo será que vamos ter o empurrão que está a faltar para o breakout da Galp? 

Esta questão foi colocada, se bem se recordam, na quinta-feira passada, tendo sido acompanhada de um gráfico que atualizamos a seguir com os dados do fecho da semana.


O breakout da resistência na zona dos 13,00-13,20 deu-se com subida do volume, embora tenha sido evidente uma hesitação grande por parte dos investidores que não pareceram de todo convencidos. Em condições normais, a quebra de uma resistência com tal importância, levaria a um aumento bastante mais pronunciado do volume e uma subida mais consistente com fecho, eventualmente, em máximo semanal. É que a projeção da quebra apontará para valores 15% acima, correspondentes à diferença entre o mínimo e o máximo do canal onde a Galp se manteve durante quase 2 anos. E 15% de valorização colocariam a cotação na zona dos 15€, o que é, evidentemente, um ganho simpático!

Apesar de o fecho de sexta-feira ter sido o mais alto dos 2 últimos anos, estamos em crer que há diversos fatores a travar um desempenho ainda mais exuberante por parte da Galp. 

Em primeiro lugar, há o receio fundado de um falso break que colocaria a cotação novamente em rota de descida até à base do canal, com um ganho igualmente interessante para quem se colocasse do lado curto. E esse receio é aumentado pela fragilidade atual do PSI20.

Por outro lado, a Galp encontra-se num canal ascendente que tem a linha superior na zona 13,80€, o que torna o racio ganho/risco um tanto ou quanto desfavorável. 

Acresce que o RSI, que é um indicador de sobrevenda/sobrecompra, encontra-se em zona de sobrecompra (acima dos 70) como podem verificar no gráfico, o que é encarado como sinal de possível correção.

Que dizer, então, relativamente ao futuro?

Estamos em crer que a Galp vai estar muito condicionada pela evolução da cotação do petróleo nos próximos dias, cotação essa que tem vindo a subir principalmente devido aos acontecimentos no Iraque. De qualquer das formas, se a subida se mantiver, será de admitir uma resistência na zona dos 13,80€, com possível inversão da tendência, para aliviar os indicadores. Se assim for, vai ser necessário estar atento à reação ao suporte dos 13€. Uma boa reação coloca-nos a caminho dos 14,60-15,00€.