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15.10.18
26.9.18
23.9.18
10.9.18
2.8.18
A música N€B para combater o stress pré-ferias
Quase, quase a ir desta para melhor:
andamos a ouvir disto:
e com esta fomos às lágrimas e ainda estamos sem saber porquê:
16.7.18
Música para N€B
No pouco tempo que passou desde que fui convidada para dar o meu contributo para este blogue, já tive tempo para me enfarinhar neste mundo de banhos de testosterona e, ainda que não tenha tido coragem de avançar (talvez por falta de chuveiro), depois de ler artigos como este do David, fico cada vez mais com a ideia de que a música pode ser uma boa terapia para escoar excessos.
Hoje sugiro duas que deviam ser eleitas hinos do blogue:
12.7.18
Nos Alive 2018 - #1
Eu acho que os Pearl Jam estão um bocado datados e que o Eddie Vedder tresanda a mofo, mas seria uma heresia da minha parte ignorar uma banda que me deu tantas alegrias nos meus tempos de chaval. Os Pearl Jam vêm dos gloriosos tempos do Grunge, por Deus, e têm em Ten um dos álbuns mais importantes na formação musical de um lorpa que viveu na época em que ainda se faziam cábulas. Ver estes amigos ao vivo vai ser mais importante do que acenar com um lenço ao papa chico e estou certo de que se forem da geração correta irão sentir emoções que só estarão à altura de um dia em que marcamos mais de 20% a N€B. Épico é o mínimo que se espera!
Pearl Jam
14 Jul
Nos Alive 2018 - #2
Estes vão atuar já hoje e vão ver que apesar do nome são gente com quem é possível passar um bom bocado descomprometidamente na era da Internet e até é possível, imaginem vocês, cagar para o telemóvel e para as lanterninha acessa e ouvir a música destes mariolas agarrado a um bom par de mamas como se fazia antigamente! No fundo, a música aqui é o que menos interessa, sendo que a questão que importa que coloquem a vós próprios é esta: quero ser um artolas cibernético do ártico ou um sacaninha que sai do concerto com os tomates todos doridos?! Pensem no que andam a fazer neste mundo, enquanto ouvem o que se segue, porque embora haja quem assegure que vem aí outro melhor, é importante reconhecer que não vai ser fácil suplantar um lugar em que, por esta ordem, existe 1) N€B, 2) mulherio e 3) música à maneira!
Arctic Monkeys
12 Jul
Nos Alive 2018 - #3
Francisco Fernando, o arquiduque, teve a infeliz ideia de se deixar assassinar espoletando dessa forma a primeira guerra mundial. O caso é por demais sabido e marcou a nossa época de forma tão indelével que só se pode dizer que foi uma belíssima ideia a que estes moços escoceses tiveram ao batizarem o seu projeto homenageando o bondoso arquiduque. Ainda por cima, mostraram ao mundo que estavam atentos nas aulas de história e que nem só de guitarras e baixos era feita a papa que lhes atascava a caixa craniana. Take me out é a música que mais gente conhece destes mártires da arte de bem manobrar a guitarra em palco e é um hino à época do acne e dos sonhos molhados tão bom quanto qualquer outro, pelo que a pergunta que se impõe é: por que motivo não havemos de fazer festa com esta gente também?
Franz Ferdinand
14 Jul
11.7.18
Nos Alive 2018 - #4
Muita gente pensa que os Queens of the Stone Age têm esse nome por descenderem da célebre tribo dos Yahoos que levavam às costas as rainhas das tetas em forma de U, que fizeram o terror dos brontossauros quando lhes atiraram uma pedra que lhes partiram as ventas, mas nada é mais falso. Nem os T-Rex existiram na idade da pedra lascada, pelo que as dos Yahoos ainda não tinham saído da pena do Swift, nem há registo de que nessa altura houvesse pastilhas para engolir das que se fala em No one knows - o tema mais famoso da banda -, pelo que a mais sábias das verdades é mesmo o título: ninguém sabe! E eu tenho dúvidas de que algum dia se venha a saber, a não ser que ouçamos com atenção...
QotSA
13 Jul
Nos Alive 2018 - #5
Os The National já datam de 1990, tendo mantido desde sempre uma certa circunspeção que lhes vem, se não estou enganado, da voz massiça de Matt Berninger a que se junta um trabalho de composição que faz do resultado final um chuto de morfina que nos faz ficar de bem connosco, mesmo quando fazemos negócios de merda seguidos.
The National
13 Jul
Nos Alive 2018 - #6
Com uma música como kids cheia de frases soltas sem nexo nenhum, como se fosse texting garrido, mas a apelar à imaginação sobreexcitada de putos mergulhados em hormonas, era difícil aos MGMT não estarem nesta lista, até porque a música que acompanha as balelas é de modo a deixar-nos com o corpo a baloiçar fora do universo, como convém nos dias que correm. Control yourself, take only what you need. Sábias estas tão filosóficas palavras num blogue que trata de arrecadar o máximo que podermos, evitando perder o controlo de uma situação que a cada passo nos escapa das mãos. Para ouvir e refletir!
MGMT
14 Jul
10.7.18
Nos Alive 2018 - #7
Estes iam a um clube de cinema com duas portas e não se pode dizer que tenham dado por mal empregue o tempo que aí passaram no que a inspiração diz respeito. Logo no álbum de estreia, em 2010, ganharam prémios que chegue e eu também lhes dou o prémio de os incluir nesta lista. Porque até gosto!
Two Door Cinema Club
13 Jul
Nos Alive 2018 - #8
Trent Reznor é a grande figura dos NIИ e o seu rock industrial é ingrediente indispensável num festival que se quer abrangente e desanuviador.
Nine Inch Nails
12 Jul
9.7.18
Nos Alive 2018 - #10
Os Snow Patrol já andam nestas coisas desde 1994, tendo atingido um sucesso planetário com Run aos 10 anos de idade. Agora apresentam-se já com idade para ter juízo e um reportório suficiente para agradar aos millenials e aos pais deles.
Snow Patrol
12 Jul
12 músicas para ouvir no Nos Alive 2018

À semelhança do nosso destaque ao cartaz de puta madre do Primavera Sound Barcelona 2016 - já lá vão mais de dois anos - lançamos no blogue 12 das nossas sugestões para o incroyable Nos Alive 2018!
Em fevereiro, quando publicamos esta lista pela primeira vez, ainda havia bilhetes à venda. Agora, a não sei que tenham uma alternativa não oficial, vão ter mesmo que se contentar com o serviço público que estamos a fazer por vós!
Para que se possam organizar, vamos fazer isto a uma cadência de 3 por dia, sempre às mesmas horas: 9:30 para começar bem a jornada, 12:30 para festejar uma manhã de ganhos N€B e 18:30 para fechar a loja e preparar a entrega do guito ganho ao taberneiro!
Em fevereiro, quando publicamos esta lista pela primeira vez, ainda havia bilhetes à venda. Agora, a não sei que tenham uma alternativa não oficial, vão ter mesmo que se contentar com o serviço público que estamos a fazer por vós!
Para que se possam organizar, vamos fazer isto a uma cadência de 3 por dia, sempre às mesmas horas: 9:30 para começar bem a jornada, 12:30 para festejar uma manhã de ganhos N€B e 18:30 para fechar a loja e preparar a entrega do guito ganho ao taberneiro!
27.6.18
26.5.18
Sugestões N€B de fim de semana
Um livro extraordinário de um meu ex-professor de Química na Universidade do Minho. Poções e Paixões alia História, Música e Química de uma forma surpreendente e usando de uma erudição que está ao alcance de poucos. Cheguei a assistir à palestra que deu origem ao livro e fiquei entusiasmada, mas agora o professor João Paulo refinou a abordagem e julgo que até chegarei ao ponto de dar uma oportunidade à Ópera. Não tivemos, nos últimos tempos, leitura melhor, no que toca ao género divulgação científica.
Os russos já nos habituaram a bom cinema, ainda que, infelizmente, sejam muito desconsiderados neste nosso cantinho à beira mar plantado onde para apreciar a sua arte ou temos um cineclube à mão ou estamos condenados a ter que infringir a lei. Felizmente, o clube cá da paróquia passou este Loveless - sem amor outro dia e, ainda que esteja fora de questão atingir o estatuto de obra prima, o trabalho de Andrey Zvyagnintsev é suficientemente contido e ao mesmo tempo tão inquietante que não deixa de valer bem a pena. Trata-se de uma história talvez pouco original, de um divórcio e de um filho que atrapalha os planos dos pais, e que nos coloca perante uma tragédia da existência humana que nada tem de novo, mas que aqui é abordada do ponto de vista deste nosso século XXI com as suas contradições tão vincadas e intrigantes. E, claro, conta muito ao caso que a perspetiva também seja a dos para nós mais enigmáticos russos do que a dos habituais americanos. Vejam que vale a pena:
E, para terminar, duas musiquinhas que temos andado a ouvir:
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