8.5.18
7.5.18
Ponto da situação - índices
Parece-nos que o DAX ficou hoje com caminho aberto para ir testar máximos históricos, a não ser que amanhã não confirme a quebra daquela barreira que ali temos marcada, situação em que vamos ter muitos a magicar com um lower high. Por outro lado, com a situação em Itália na barafunda do costume e a previsível decisão americana de romper com o Irão anunciada para amanhã, um fecho em alta seria entusiasmante.
6.5.18
BCP, Soni e Cofina
Semana interessante esta que ora se inicia, por causa da apresentação de resultados que aí vem, onde se incluem várias empresas a que estamos particularmente atentos. Falaremos de 3.
Aniversário
Passaram há dias 4 anos que abrimos este espaço e depois de 670 artigos escritos creio já ter ficado clara qual a nossa postura quando encaramos os mercados financeiros, mas para o caso de subsistirem dúvidas deixamo-las, em síntese: não complicar nem diversificar em demasia, comprar quando o rácio ganho/risco é favorável, vender sem contemplações nem estados de alma, enquanto é perda é acomodável.
24.4.18
22.4.18
Atualização
Andamos com falta de tempo e, acima de tudo, de pachorra para vir aqui bromear e isso tem-se notado, mas, como é evidente, mantemo-nos na faina sempre com fé de conseguir sacar o nosso quinhaozinho do que o mercado tem para dar. Penso que todos sabem como estes momentos de indecisão e de solavanco são os mais difíceis de todos e os mais propensos a fazer asneira porque, mesmo aqueles que melhor resistem ao vício de acompanhar as cotações, têm sempre uma certa tendência para hipervalorizar determinados sinais e notícias, reagindo por exagero. Quem deitar um olho ao diagrama da nossa carteirita na barra lateral pode ver como vamos tentando ser económicos e racionais nos movimentos que fazemos mas, mesmo assim, não somos dos que se mantêm indefectíveis nas nossas posições e isso acontece por dois motivos principais: 1) em vinte e tal anos de marinhagem, sempre tem funcionado; 2) reconhecemos que, como em quase tudo o resto, não conseguimos ter uma opinião formada e definitiva e somos humildes o suficiente para reconhecer que, se estivermos enganados, há uma probabilidade alta de sermos os últimos a saber! Esta falta de confiança na validade da informação que possuímos faz-nos valorizar a análise técnica de gráficos e tomar decisões que se baseiam na leitura que dela extraímos. Isso e uma certa loucura de que também padecemos!
Esta semana manobramos assim:
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Teixeira Duarte
15.4.18
BCP, Nick Cave e Kylie Minogue
Já não falamos há algum tempo no BCP e já quase que nos estranhamos! Fui ver o meu gráfico e os rabiscos que tinha para lá e nem foi preciso mexer para perceber!
Desde máximos, de 23 de janeiro, nos 33,4 cêntimos e sem grandes referências de negociação por esses valores tem vindo a desvalorizar tendo feito mínimo relativo, intraday, nas últimas sessões precisamente na anterior resistência, demarcada, pelos 26 cêntimos! Resistência que quebrou, suporte que virou!
Que esperar daqui em diante?
Eu vejo a possibilidade de estar formado um fundo em V no movimento entre os 28,5 e os 26 cêntimos, à semelhança do ocorrido em meados de setembro entre os 20 e os 23 cêntimos com a quebra destes em alta a terem levado à projeção nos 0,26€!
Ou seja, qual o interesse?
Quebra em alta dos 28,5 cêntimos! E só aí!
Qual a projeção?
Anterior máximo relativo, pelos 0,31€!
E mais?
Uma ótima semana!
E mais?
Uma ótima semana!
12.4.18
11.4.18
Atualização
Ainda nos andamos a recompor do gancho bem assente que a Sonae Indústria nos mandou direto à queixada, mas como sempre acontece nestas coisas, é mister ver o cenário de todos os lados possíveis e eu sou daqueles que não perco uma oportunidade de olhar para os desaires pelo prisma mais reluzente possível. Depois de nos terem cortado o cabelo à grande nos mercados que motivos poderão existir para deixar de ir de férias à barão e mandar vir para a mesa tudo aquilo a que temos direito? Digam-me um motivo lógico a ver se eu percebo! Que dinheiro gastaremos nós numas tainadas e numas patuscadas que o mercado não nos leve sem nós levarmos nada para casa? Nenhum, evidentemente! A conclusão a tirar, creio eu, é que negociar em bolsa é um chorrilho de vantagens: 1) se ganhas ficas todo pinoca, 2) se perdes deixas de ser sovina (e ainda pagas menos impostos). Só vantagens! Mas divago.
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PSI20,
Sonae Indústria
2.4.18
Primeiro trimestre
Chegamos ao fim do primeiro trimestre do ano com o PSI20 praticamente a zeros (subiu 0,3%) depois de ter estado a subir um máximo de 7,6% logo ao fim das primeiras três semanas do ano. Depois tudo se complicou e as carteiras têm sofrido um bocado.
27.3.18
JMT
Para quem está a olhar para a Jerónimo Martins, num dia em que ela está a ressaltar, aqui fica o nosso gráfico.
25.3.18
Indecisão
A semana que passou foi um autêntico nojo para os longos e nós andamos 4 dias a levar porrada tresloucada por causa da Sonae Indústria e ainda não nos recompusemos e já nos andamos a preparar para apanhar mais. Há algum aspeto positivo que se possa retirar da paspalhada que é perder-se dinheiro para além do tradicional que se foda, está perdido e está, agora vou masé encher o bucho de marisco regado a champanhe fino? Tirando essa injeção de ácido úrico, a boa verdade é que não há e fica-se com uma gosma infernal por não termos à mão uma máquina do tempo que nos reenvie para o domingo passado! Não é coisa que nos tire o sono, nem nada que se pareça, porque já toda a gente sabe que é apenas dinheiro, não é um enfarte nem um AVC ou uma coisa parecida, e o dinheiro vai e há de tornar a vir, mas um gajo tem sempre esta mania de que é possível andar nesta arte sem passar pelo biscate de queimar os dedos e quando os queima não gosta. Como é natural!
O viajante (parte final)
Foi por essa altura, numa spring break, que fez o tal cruzeiro
relaxante nas Caraíbas e visitou Havana e todas as capitais caribenhas. Fez a
continência a Castro e lembrou-se emocionado de que, em certo sentido, também
ele foi como o Che, que correu o continente de lés-a-lés, antes de enveredar
pela carreira de revolucionário. Estava finalmente fechado o ciclo americano e
foi com orgulho que anunciou que se sentia apto a dar todos os conselhos e
emitir as opiniões mais definitivas no que diz respeito à maior parte do globo
terrestre. Mais do que reposição de prateleiras ou segurança noturna, eram as viagens
a sua verdadeira arte, e embora o planeta fosse vasto, tornara-se, num curto
intervalo de tempo, demasiado pequeno para tão grande vontade de se fazer notar
como o maior laracheiro turístico da História, uns furos acima até (quem
diria?) de um Fernão Mendes Pinto!
24.3.18
O viajante (parte 6)
No ano seguinte lambeu África!
Bem, a verdade é que precisou de dois anos, porque no segundo foi para o lado
do corno, trepou ao Quilimanjaro e depois veio por aí abaixo e só parou na
capital da Austrália. Agora tinha um telemóvel mesmo bom, tirava imensas
fotografias e postava tudo em tempo real. Tudo não! Só as que se aproveitavam e
não estavam desfocadas pelo movimento perpétuo, mas jamais se esquecia de ser o
primeiro a dar “gosto”. No Facebook era um campeão, no Instagram não tinha
ninguém à altura e o blogue tinha-se transformado num local de peregrinação
virtual.
23.3.18
O viajante (parte 5)
Quando chegou cá era um homem
feliz: Ulisses o conquistador da América! Fizera o roteiro das capitais em quinze
dias de jornada, mas tinha visto tudo e sobre tudo tinha mais do que
legitimidade para opinar. O Canadá é um assombro, uma terra de cultura e
delícias, as Honduras de cortar à faca e têm sorte se não vos fizerem às postas,
se gostam de praia, não é bom pensarem em ir à Bolívia, e de Buenos Aires a
Montevideu a melhor forma de passar é a nado, através do Río de la Plata, pois
evitam engarrafamentos bastante enfadonhos!
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