Antes das férias grandes partilhamos uma pequena análise às duas empresas que temos neste momento. Hoje falamos da Galp.
2.8.18
A música N€B para combater o stress pré-ferias
Quase, quase a ir desta para melhor:
andamos a ouvir disto:
e com esta fomos às lágrimas e ainda estamos sem saber porquê:
1.8.18
Calendário Económico - Irá a FED supreender os investidores?
Dados do DOE (Departamento de Energia) poderão revelar uma diminuição dos inventários de petróleo;
É esperado que não haja qualquer alteração na política monetária do Estados Unidos na reunião de hoje;
Tesla (TSLA.US) revelará os resultados depois do fecho da sessão.
Perante os rumores de que Donald Trump poderá aumentar de 10 para 25 por cento a taxa sobre 225 milhões de dólares de bens importados, os dados que serão publicados podem até ficar para segundo plano. Contudo, sabe-se que deveremos estar sempre atentos aos dados macroeconómicos, pois o seu impacto nos mercados e a reação dos investidores é inquestionável. Durante o dia de hoje teremos diversos dados referentes ao PMI de manufactura do mês de julho na europa e nos estados unidos, dados esses que nunca têm um grande impacto direto nos mercados. Para além disso sairão também dados importantíssimos da variação do emprego nos estados unidos que servirão de base para a antevisão do NFP de sexta-feira. E para finalizar, tal como é habitual à quarta feira, teremos os dados do departamento de energia americano quanto ao inventário de petróleo, bem como a reunião da FED e decisão quanto à política monetária.
É esperado que não haja qualquer alteração na política monetária do Estados Unidos na reunião de hoje;
Tesla (TSLA.US) revelará os resultados depois do fecho da sessão.
Perante os rumores de que Donald Trump poderá aumentar de 10 para 25 por cento a taxa sobre 225 milhões de dólares de bens importados, os dados que serão publicados podem até ficar para segundo plano. Contudo, sabe-se que deveremos estar sempre atentos aos dados macroeconómicos, pois o seu impacto nos mercados e a reação dos investidores é inquestionável. Durante o dia de hoje teremos diversos dados referentes ao PMI de manufactura do mês de julho na europa e nos estados unidos, dados esses que nunca têm um grande impacto direto nos mercados. Para além disso sairão também dados importantíssimos da variação do emprego nos estados unidos que servirão de base para a antevisão do NFP de sexta-feira. E para finalizar, tal como é habitual à quarta feira, teremos os dados do departamento de energia americano quanto ao inventário de petróleo, bem como a reunião da FED e decisão quanto à política monetária.
Market Update - 01 de Agosto de 2018
Outlook
Por Carla Maia Santos, Senior Broker
As bolsas seguem a negociar mistas no primeiro de agosto.
Os mercados ontem reagiram em alta com notícias de que os EUA e a China estavam a negociar tréguas nas barreiras alfandegárias. Levando assim empresas com bastante exposição ao exterior, como a Boeing e a Caterpillar a dispararem em alta.
No entanto, já se ouvem rumores de que os EUA falam em 25 porcento de tarifas às importações chinesas, em vez dos 10 porcento, deixando os investidores confusos.
Ontem foi o dia da Apple, a última das FAANG, a divulgar resultados. As vendas diminuiram substancialmente, mas como aumentaram o preço dos iPhone a rentabilidade mais do que compensou. O facto interessante é que as vendas na China aumentaram e houve um aumento da procura pelos iPhones mais caros. A questão que se coloca é se estes dados vão conseguir reacender o interesse pelas tecnológicas, que esta semana tiveram o maior tombo dos últimos meses.
Por Carla Maia Santos, Senior Broker
As bolsas seguem a negociar mistas no primeiro de agosto.
Os mercados ontem reagiram em alta com notícias de que os EUA e a China estavam a negociar tréguas nas barreiras alfandegárias. Levando assim empresas com bastante exposição ao exterior, como a Boeing e a Caterpillar a dispararem em alta.
No entanto, já se ouvem rumores de que os EUA falam em 25 porcento de tarifas às importações chinesas, em vez dos 10 porcento, deixando os investidores confusos.
Ontem foi o dia da Apple, a última das FAANG, a divulgar resultados. As vendas diminuiram substancialmente, mas como aumentaram o preço dos iPhone a rentabilidade mais do que compensou. O facto interessante é que as vendas na China aumentaram e houve um aumento da procura pelos iPhones mais caros. A questão que se coloca é se estes dados vão conseguir reacender o interesse pelas tecnológicas, que esta semana tiveram o maior tombo dos últimos meses.
CTT
Eu não vi os resultados, mas oiço falar em cagada geral. No entanto, leio isto e acima de tudo vejo o gráfico aos gritos quanto ao bom estado do rácio ganho/risco (toque na Lta) e sinto-me tentado a deitar uma mão:
30.7.18
Market update 30 de julho de 2018
Outlook
Por Carla Maia Santos, senior broker
A maioria das bolsas seguem a negociar no vermelho, numa semana recheada de eventos. Temos as reuniões dos bancos centrais, continuamos em plena época de resultados e são divulgados os dados do emprego norte-americano.
Os dados que vão sendo divulgados sobre a economia dos EUA continuam a ser positivos, tal como a maioria dos resultados das empresas que mais peso têm nos índices accionistas. O PIB americano, divulgado na passada sexta-feira, duplicou para os 4.1%. A Amazon e o Twitter apesar de terem apresentado resultados bastante acima dos anteriores não conseguiram ver o preço das acções a explodirem em alta, como nos habituámos a ver. Os investidores estão mais exigentes e já não basta apresentarem bons resultados, têm que inovar de forma a brilharem mais forte, de forma a captarem mais investidores.
24.7.18
Acontecimentos da semana (23 a 27 de julho)
Mesmo com as tensões comerciais a não darem tréguas aos mercados, o foco dos investidores estará nas políticas monetárias que estarão em destaque durante esta semana. Terça-feira o banco central turco terá nova chance para evitar que a lira turca entre em mais um período de quedas e desvalorizações, enquanto que quinta-feira o banco central europeu poderá colocar a europa num contexto de subida de taxa de juro para o ano de 2019, baseando a decisão nos recentes dados macroeconómicos que têm sido publicados. Para além dos acontecimentos no continente europeu teremos a publicação dos dados referentes ao PIB dos estados unidos no segundo trimestre.
Decisão do CBRT (Banco central da república da turquia) - Terça feira às 12:00H
A lira turca (TRY) tem depreciado e perdido bastante valor durante os últimos anos. Esta tendência negativa da lira turca (TRY) agravou-se depois de alguns comentários menos ortodoxos sobre as políticas monetárias por parte do presidente turco Erdogan, bem como decisões políticas menos éticas (como por exemplo nomear o seu enteado para ministro da economia). A subida de taxa de juro ordenada pelo CBRT em Maio interrompeu as quedas da divisa apenas por uns momentos, sendo que dias antes a TRY tinha atingido novos mínimos históricos. O CBRT anunciou uma subida de taxa de juro em 100 basis points (isto é, 1%) para a próxima reunião, contudo poderá não ser suficiente para interromper o mau momento da moeda.
Mercados afetados: EURTRY e USDTRY
23.7.18
Sonae Indústria
O ano tem sido de porrada tresloucada na Sonae Indústria que desfez, até agora, o que andou a fazer (e não foi nada pouco) na segunda metade de 2017. A coisa foi de tal ordem que já quase ninguém lhe liga e o volume que tem feito fazem dela um investimento de que pode ser muito difícil sair se a coisa der para o torto. Não fora isso e até que valia pagar só para ver que motivos terá tido o mercado para arrombar uma empresa que, segundo estimativas de já não sei quem, pode lucrar 23M€ este ano, o que lhe dá um PER menor que 5.
No primeiro trimestre o cenário não foi, de facto, prometedor com uma quebra no volume de negócios e no resultado líquido. Houve aquela cena dos incêndios nas fábricas portuguesas e uma diminuição da margem na América do Norte e o mercado foi rigoroso no castigo, tanto mais que, pelo meio, vimos como um dos administradores se agachou no momento em que se devia ter chegado à frente e investido uns patacos em contraplacado.
Market update de 23 de julho de 2018
Outlook
Os mercados seguem a negociar em baixa com a retórica de Trump. Portugal é a exceção.
O presidente Donald Trump volta à carga, como quem diz, volta às acusações para com os seus parceiros comerciais. Utilizando a sua ferramenta preferida de comunicação, o Twitter, Trump diz que não aceita ameaças do Irão e que esta pode vir a ser a pior guerra. Manifesta descontentamento quanto à possível manipulação desleal do valor das moedas na União Europeia e na China. O dólar tem ganha bastante força face a estas moedas, euro e yuan, tornando as exportações mais competitivas destes países. E não é só com o exterior que Trump mostra o seu desagrado, internamente Trump já veio mostrar que está contra as políticas da FED e que estas têm levado à valorização do dólar. Este ano o eurusd desvalorizou dos 1.24 aos 1.15, estando agora em consolidação do preço na zona dos 1.16. Estas declarações podem mostrar interesse a que o par cambial volte a corrigir em alta.
Estamos em plena época de resultados e hoje é a vez da Google mostrar as suas contas, se os resultados excederem as previsões dos analistas, o mercado poderá esquecer as quezílias comerciais e focar-se nas empresas. As FAANG, das quais faz parte a Google, têm sido as empresas prediletas dos investidores, levando o Nasdaq100 a conquistar máximos históricos consecutivamente e são elas o 'peso pesado' das carteiras da maioria dos investidores, o que quer dizer que os seus resultados, sejam eles positivos ou negativos, terão grande impacto nas bolsas.
22.7.18
PSI20
Não fosse a entusiasmante semana de apresentação de resultados que ora se inicia e diríamos que o PSI20 estava mais do que no ponto para enfrentar a silly season no marinanço que a época recomenda. Assim, mesmo que os resultados pouco costumem mexer com as cotações, há sempre esperança de que possam existir uns espasmos fora de época que ajudem a compor o orçamento e a colocar o índice no momentum correto para enfrentar a parte final do ano.
20.7.18
Market update de 20 de julho de 2018
Outlook
Os mercados negoceiam em baixa, no último dia da semana, a tomarem mais-valias.
Do outro lado do Atlântico, Trump veio questionar as próprias decisões da FED em relação às taxas de juro e a um dólar forte, colocando os investidores de 'pé atrás' com as indecisões internas e isto depois das declarações positivas de Powell sobre a economia nacional.
A guerra comercial continua no ar e agora é a União Europeia que diz estar a reunir um conjunto de bens para aumentar os impostos à importação, se os EUA avançarem com impostos à importação de automóveis europeus, na justificação de segurança nacional.
A IBM e a Microsoft reportaram resultados acima do esperado mas não conseguiram puxar os índices acionistas para o verde. Empresas ligadas ao exterior apresentaram resultados abaixo do esperado, como a eBay e a Alcoa mostrando os efeitos da guerra comercial nos seus resultados.
19.7.18
Market update de 19 de julho de 2018
Outlook
As bolsas seguem a negociar sem um sentido definido, com a divulgação dos resultados trimestrais das empresas a comandarem o sentimento económico.
No segundo dia de declarações, Powell volta a enaltecer o estado económico dos EUA mostrando que o presidente da FED está confiante quanto ao crescimento do país.
Os investidores mostram que acreditam que os EUA têm uma estrutura robusta o suficiente para se manterem firmes numa guerra comercial, levando os índices acionistas a manterem uma tendência altista de longo prazo. Enquanto que, com a China não mostram a mesma confiança, levando as bolsas chinesas e o yuan a cairem.
O livro bege foi divulgado ontem e indica que grande parte dos Bancos Centrais mostram receios quanto ao impacto da guerra comercial nos seus Estados.
Quanto aos resultados empresariais, no S&P500 os resultados batem as previsões em mais de 80 porcento, mostrando dinamismo económico. Ontem a IBM 'bateu' as previsões conjuntamente com o Morgan Stanley. O sector bancário passa para segundo plano e os investidores vão estar atentos às divulgações do sector tecnológico, o setor que mais investidores tem captado. Hoje será a Microsoft a apresentar resultados.
Portugal negoceia na linha de água sem grandes notícias nacionais que façam mover o mercado e a aguardar por uma tendência mais definida pelas suas congéneres.
18.7.18
Market update de 18 de julho de 2018
Outlook
As bolsas seguem a negociar mistas depois do Nasdaq100 fazer um novo máximo histórico.
As declarações de Powell, o presidente da FED, animaram os investidores. Este mantém uma perspetiva bastante positiva para o crescimento económico norte-americano, não esperando grandes subidas da inflação e podendo ajustar as taxas de juro se necessário mas sem dar grande relevância a este tema e ao impacto da guerra comercial dos EUA com os seus parceiros comerciais. A FED aumentou por duas vezes as taxas de juro este ano e o mercado espera um novo aumento em Setembro. A perspetiva positiva de Powell levou o dólar a valorizar face ao euro, continuando o EURUSD a consolidar na faixa entre os 1.15 e 1.18.
Estamos em plena época de divulgação de resultados trimestrais e as bolsas movem-se em reação a estes resultados. A Netflix desapontou as previsões dos analistas levando a empresa a cair mais de cinco porcento. Os investidores deverão estar atentos às divulgações das FAANG - Facebook, Amazon, Apple, Netflix, Google - uma vez que são o 'peso pesado' dos índices norte-americanos e as quais os investidores têm previligiado na composição das suas carteiras.
17.7.18
BCP
O motivo por que voltamos a falar do BCP, que apresenta resultados no final da próxima semana, tem que ver puramente com a leitura que fazemos do gráfico que nos parece ser suficientemente interessante para que a partilhemos convosco:
Market update de 17 de julho de 2018
Outlook
Os mercados seguem a negociar em baixa com o setor petrolífero a pesar nos índices e a incerteza face às declarações do presidente da FED.
O petróleo continua a desvalorizar depois da queda abrupta do dia de ontem, com rumores que os EUA podem aumentar a oferta nesta altura de drive season. Como já foi comunicado pelo presidente Trump no Twitter, este quer ver os preços do petróleo mais baixos. Também a Arábia Saudita pode aumentar a sua oferta contribuindo para a desvalorização do ouro negro. No entanto, não se coloca de parte uma correção técnica em alta.
Hoje o presidente da FED Powell irá discursar, esperam-se declarações positivas em relação à economia mas os investidores tentam perceber qual o número de aumentos das taxas de juro agendadas. Assistimos a duas subidas das taxas de juro este ano e o mercado antecipa mais um aumento, mas se nas declarações se perceber que há a intenção de aumentarem quatro vezes, de forma a compensar a inflação, o mercado pode reagir em baixa.
Portugal segue a negociar em baixa seguindo os seus pares europeus. A Galp é pressionada pelo preço do petróleo no mercado internacional. O BCP consegue manter-se positivo depois dos bons dados divulgados ontem pelo Bank of America, apesar de continuar a negociar em consolidação e sem uma tendência forte.
16.7.18
Market update de 16 de julho de 2018
Os mercados seguem a negociar emalta em época de resultados.
Na sexta-feira passada foram divulgados resultados de três instituições bancárias. A JP Morgan voltou a exceder as espetativas, no entanto o Citigroup e o Wells Fargo ficaram aquém do esperado. Hoje será o Bank of America e a Black Rock a divulgarem resultados antes da abertura dos mercados. Se estas instituições divulgarem resultados acima do esperado pelos analistas, poderão determinar o sentimento vivido nos mercados nesta segunda-feira e assistirmos ao movimento positivo do mercado. A Netflix também divulga resultados hoje.
Donald Trump no encontro com May colocou a Europa em check e diz que somos seus rivais económicos, no entanto o mercado já se começa a habituar às acusações do presidente dos EUA começando a dimininuir o efeito nas bolsas.
Música para N€B
No pouco tempo que passou desde que fui convidada para dar o meu contributo para este blogue, já tive tempo para me enfarinhar neste mundo de banhos de testosterona e, ainda que não tenha tido coragem de avançar (talvez por falta de chuveiro), depois de ler artigos como este do David, fico cada vez mais com a ideia de que a música pode ser uma boa terapia para escoar excessos.
Hoje sugiro duas que deviam ser eleitas hinos do blogue:
15.7.18
Mota Engil
Para nós há uma ideia que se sobrepõe a todas as outras em matéria de trading: evitar ao máximo que um negócio ganhador se transforme em prejuízo! No final, a lógica é que, uma vez que não conhecemos o dia de amanhã, mais vale uns piners no bolso do que ter que andar à rasca a amolar com um prejuízo arreliador. E não nos adianta muito andarmos com aqueles teorias do "e se" do costume: e se vendemos a ganhar uma tanga para depois comprar mais caro e a seguir ir vender a escangalhar tudo, e se vendemos e elas sobem e nunca mais lhes deitamos a mão, e se... Sejamos claros, esta arte dá pouco trabalho braçal pelo que a chatice está toda do lado do risco e da desilusão. No final, há que admiti-lo, vai dar sempre asneira e só há duas coisas que verdadeiramente importam, a saber, que a asneira não seja grossa e que o saldo acabe positivo. Para isso, quando a dúvida se impõe, vende-se! Vende-se quando ainda temos ganho e, se não formos a tempo, vende-se quando a perda ainda é suportável.
14.7.18
Dinheiro (última parte)
A crise que se iniciou em 2007, e viria a agravar-se em setembro de 2008 com a falência do Lehman Brothers, é uma crise de sobreavaliação das reservas do sistema bancário.
Durante a fase de crescimento explosivo do mercado imobiliário os bancos andaram a constituir massivas reservas não com ouro ou prata, mas com hipotecas de crédito à habitação.
13.7.18
Workshop negociação Forex com Pablo Gil (19 e 25 de julho)
A XTB Portugal, corretora líder de Portugal em
negociação de CFD’s desde 2013 segundo os dados estatísticos da CMVM,
privilegia sempre a formação e os conhecimentos financeiros dos seus clientes
para que possam rentabilizar os seus investimentos e, como tal, providenciou
mais uma vez uma formação única com Pablo Gil, um dos melhores e mais
prestigiados gestor de carteiras do mundo, que conta com mais de 20 anos de experiência como diretor do
departamento de Análise Técnica do banco santander e responsável pela criação do fundo BBVA&Partners com mais de 500
milhões de euros sob sua gestão.
Depois da excelente sessão que decorreu no passado dia
28 de junho em que foram abordadas as técnicas de negociação de ações e
construção de portefólios de investimento para o terceiro trimestre, Pablo Gil
está de volta para lhe dar a conhecer as
melhores técnicas de negociação no mercado forex.
As duas sessões irão ocorrer nos próximos dias 19 e 25 de julho, por volta das 21 horas de portugal continental e
serão online, o que permite aos
clientes que se encontrem em qualquer ponto do país ou no estrangeiro, possam
assistir a uma das melhores formações de
análise técnica.
O workshop terá duas partes distintas, na primeira fase dia 19 de julho os
participantes irão descobrir as melhores formas para analisar e prever as
possíveis movimentações do mercado e terá os seguintes módulos:
1.
As linhas de tendência
2. Os suportes e as resistências
3. Correções (de Fibonacci)
4. Redução drástica da volatilidade
5. Rutura das bandas de trading
6. Topos em forma de “M” e fundos em forma de “W”
7. Dias de correção – Envolventes e Dojis
8. Velas com sombras alargadas
2. Os suportes e as resistências
3. Correções (de Fibonacci)
4. Redução drástica da volatilidade
5. Rutura das bandas de trading
6. Topos em forma de “M” e fundos em forma de “W”
7. Dias de correção – Envolventes e Dojis
8. Velas com sombras alargadas
A segunda fase da formação, que irá ocorrer dia 25 de julho será destinada aos clientes da XTB e tem como
objetivo implementar uma estratégia de
trading com base nas técnicas adquiridas no primeiro workshop e simulação de trading.
Não perca esta excelente
oportunidade de aprender com o Pablo Gil e aplicar as melhores técnicas para
rentabilizar já os seus investimentos. Inscreva-se já!
Este convite e a atividade a ele associada resulta de uma parceria entre o Negociar em Bolsa e a XTB, sendo o seu conteúdo exclusivamente da responsabilidade da XTB.
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