Eu não sei se vocês se recordam, mas há pouco mais de 2 anos corriam rumores de que a situação na Cofina estava preta e até em setembro do ano passado tiveram que desmentir uma notícia do JN em que se escrevia que a empresa estaria a ser alvo de um PER e andava com uma dívida ao fisco de mais de 13 M€. No mercado, como todos sabemos, os rumores têm muitas vezes a força de anunciar a notícia e outras vezes o condão de a precipitar, pelo que esta empresa tem passado o ano a balançar entre aqueles que temem o gato preso com o rabo de fora e a confirmação dos rumores, e os que acham que a Nossa Aposta e o jogo online vão catapultar os lucros da companhia. Julgo que os resultados relativos ao 1º semestre terão afastado, por ora, a situação mais dramática, motivo pelo qual o mercado voltou a sua atenção definitivamente para o que vai acontecer com o negócio do jogo.
5.8.18
3.8.18
Olhos postos no NFP e GBP bastante pressionado apesar da subida de taxa de juro
Resumo:
Vendas a retalho na zona euro apontam para mais um mês de crescimento
É esperado mais uma vez que o crescimento da massa salarial se mantenha nos 2.7% y/y;
Berkshire Hathaway (BRKB.US) entre as epresas que apresenta hoje resultados.
Para terminar uma semana de eventos bastante preenchida, teremos igualmente um dia completamente cheio de acontecimentos económicos. Iniciámos a manhã com o PMI de serviços da união europeia e dos países que a constituem (à exceção da itália) a apresentar dados abaixo do que era esperado, depois de no dia de ontem termos assistidos ao mesmo desempenho no PMI de manufactura da zona euro. Mais tarde, teremos o relatório de NFP nos estados unidos, para o qual se avizinha dados novamente positivos seguindo os dados de crescimento do emprego e da redução de pedidos de subsídio de desemprego. Para iniciar a sessão americana teremos também o índice de não manufactura dos EUA no mês de julho que se espera que registe uma quebra em relação ao mês anterior. De destacar ainda a publicação de resultados por parte da Berkshire Hataway (BRKB:US), que tem como grande proprietário Warren Buffet, depois de ter anunciado um empréstimo de 2 mil milhões de dólares à Seritage Growth Properties.
2.8.18
Galp
Antes das férias grandes partilhamos uma pequena análise às duas empresas que temos neste momento. Hoje falamos da Galp.
A música N€B para combater o stress pré-ferias
Quase, quase a ir desta para melhor:
andamos a ouvir disto:
e com esta fomos às lágrimas e ainda estamos sem saber porquê:
1.8.18
Calendário Económico - Irá a FED supreender os investidores?
Dados do DOE (Departamento de Energia) poderão revelar uma diminuição dos inventários de petróleo;
É esperado que não haja qualquer alteração na política monetária do Estados Unidos na reunião de hoje;
Tesla (TSLA.US) revelará os resultados depois do fecho da sessão.
Perante os rumores de que Donald Trump poderá aumentar de 10 para 25 por cento a taxa sobre 225 milhões de dólares de bens importados, os dados que serão publicados podem até ficar para segundo plano. Contudo, sabe-se que deveremos estar sempre atentos aos dados macroeconómicos, pois o seu impacto nos mercados e a reação dos investidores é inquestionável. Durante o dia de hoje teremos diversos dados referentes ao PMI de manufactura do mês de julho na europa e nos estados unidos, dados esses que nunca têm um grande impacto direto nos mercados. Para além disso sairão também dados importantíssimos da variação do emprego nos estados unidos que servirão de base para a antevisão do NFP de sexta-feira. E para finalizar, tal como é habitual à quarta feira, teremos os dados do departamento de energia americano quanto ao inventário de petróleo, bem como a reunião da FED e decisão quanto à política monetária.
É esperado que não haja qualquer alteração na política monetária do Estados Unidos na reunião de hoje;
Tesla (TSLA.US) revelará os resultados depois do fecho da sessão.
Perante os rumores de que Donald Trump poderá aumentar de 10 para 25 por cento a taxa sobre 225 milhões de dólares de bens importados, os dados que serão publicados podem até ficar para segundo plano. Contudo, sabe-se que deveremos estar sempre atentos aos dados macroeconómicos, pois o seu impacto nos mercados e a reação dos investidores é inquestionável. Durante o dia de hoje teremos diversos dados referentes ao PMI de manufactura do mês de julho na europa e nos estados unidos, dados esses que nunca têm um grande impacto direto nos mercados. Para além disso sairão também dados importantíssimos da variação do emprego nos estados unidos que servirão de base para a antevisão do NFP de sexta-feira. E para finalizar, tal como é habitual à quarta feira, teremos os dados do departamento de energia americano quanto ao inventário de petróleo, bem como a reunião da FED e decisão quanto à política monetária.
Market Update - 01 de Agosto de 2018
Outlook
Por Carla Maia Santos, Senior Broker
As bolsas seguem a negociar mistas no primeiro de agosto.
Os mercados ontem reagiram em alta com notícias de que os EUA e a China estavam a negociar tréguas nas barreiras alfandegárias. Levando assim empresas com bastante exposição ao exterior, como a Boeing e a Caterpillar a dispararem em alta.
No entanto, já se ouvem rumores de que os EUA falam em 25 porcento de tarifas às importações chinesas, em vez dos 10 porcento, deixando os investidores confusos.
Ontem foi o dia da Apple, a última das FAANG, a divulgar resultados. As vendas diminuiram substancialmente, mas como aumentaram o preço dos iPhone a rentabilidade mais do que compensou. O facto interessante é que as vendas na China aumentaram e houve um aumento da procura pelos iPhones mais caros. A questão que se coloca é se estes dados vão conseguir reacender o interesse pelas tecnológicas, que esta semana tiveram o maior tombo dos últimos meses.
Por Carla Maia Santos, Senior Broker
As bolsas seguem a negociar mistas no primeiro de agosto.
Os mercados ontem reagiram em alta com notícias de que os EUA e a China estavam a negociar tréguas nas barreiras alfandegárias. Levando assim empresas com bastante exposição ao exterior, como a Boeing e a Caterpillar a dispararem em alta.
No entanto, já se ouvem rumores de que os EUA falam em 25 porcento de tarifas às importações chinesas, em vez dos 10 porcento, deixando os investidores confusos.
Ontem foi o dia da Apple, a última das FAANG, a divulgar resultados. As vendas diminuiram substancialmente, mas como aumentaram o preço dos iPhone a rentabilidade mais do que compensou. O facto interessante é que as vendas na China aumentaram e houve um aumento da procura pelos iPhones mais caros. A questão que se coloca é se estes dados vão conseguir reacender o interesse pelas tecnológicas, que esta semana tiveram o maior tombo dos últimos meses.
CTT
Eu não vi os resultados, mas oiço falar em cagada geral. No entanto, leio isto e acima de tudo vejo o gráfico aos gritos quanto ao bom estado do rácio ganho/risco (toque na Lta) e sinto-me tentado a deitar uma mão:
30.7.18
Market update 30 de julho de 2018
Outlook
Por Carla Maia Santos, senior broker
A maioria das bolsas seguem a negociar no vermelho, numa semana recheada de eventos. Temos as reuniões dos bancos centrais, continuamos em plena época de resultados e são divulgados os dados do emprego norte-americano.
Os dados que vão sendo divulgados sobre a economia dos EUA continuam a ser positivos, tal como a maioria dos resultados das empresas que mais peso têm nos índices accionistas. O PIB americano, divulgado na passada sexta-feira, duplicou para os 4.1%. A Amazon e o Twitter apesar de terem apresentado resultados bastante acima dos anteriores não conseguiram ver o preço das acções a explodirem em alta, como nos habituámos a ver. Os investidores estão mais exigentes e já não basta apresentarem bons resultados, têm que inovar de forma a brilharem mais forte, de forma a captarem mais investidores.
24.7.18
Acontecimentos da semana (23 a 27 de julho)
Mesmo com as tensões comerciais a não darem tréguas aos mercados, o foco dos investidores estará nas políticas monetárias que estarão em destaque durante esta semana. Terça-feira o banco central turco terá nova chance para evitar que a lira turca entre em mais um período de quedas e desvalorizações, enquanto que quinta-feira o banco central europeu poderá colocar a europa num contexto de subida de taxa de juro para o ano de 2019, baseando a decisão nos recentes dados macroeconómicos que têm sido publicados. Para além dos acontecimentos no continente europeu teremos a publicação dos dados referentes ao PIB dos estados unidos no segundo trimestre.
Decisão do CBRT (Banco central da república da turquia) - Terça feira às 12:00H
A lira turca (TRY) tem depreciado e perdido bastante valor durante os últimos anos. Esta tendência negativa da lira turca (TRY) agravou-se depois de alguns comentários menos ortodoxos sobre as políticas monetárias por parte do presidente turco Erdogan, bem como decisões políticas menos éticas (como por exemplo nomear o seu enteado para ministro da economia). A subida de taxa de juro ordenada pelo CBRT em Maio interrompeu as quedas da divisa apenas por uns momentos, sendo que dias antes a TRY tinha atingido novos mínimos históricos. O CBRT anunciou uma subida de taxa de juro em 100 basis points (isto é, 1%) para a próxima reunião, contudo poderá não ser suficiente para interromper o mau momento da moeda.
Mercados afetados: EURTRY e USDTRY
23.7.18
Sonae Indústria
O ano tem sido de porrada tresloucada na Sonae Indústria que desfez, até agora, o que andou a fazer (e não foi nada pouco) na segunda metade de 2017. A coisa foi de tal ordem que já quase ninguém lhe liga e o volume que tem feito fazem dela um investimento de que pode ser muito difícil sair se a coisa der para o torto. Não fora isso e até que valia pagar só para ver que motivos terá tido o mercado para arrombar uma empresa que, segundo estimativas de já não sei quem, pode lucrar 23M€ este ano, o que lhe dá um PER menor que 5.
No primeiro trimestre o cenário não foi, de facto, prometedor com uma quebra no volume de negócios e no resultado líquido. Houve aquela cena dos incêndios nas fábricas portuguesas e uma diminuição da margem na América do Norte e o mercado foi rigoroso no castigo, tanto mais que, pelo meio, vimos como um dos administradores se agachou no momento em que se devia ter chegado à frente e investido uns patacos em contraplacado.
Market update de 23 de julho de 2018
Outlook
Os mercados seguem a negociar em baixa com a retórica de Trump. Portugal é a exceção.
O presidente Donald Trump volta à carga, como quem diz, volta às acusações para com os seus parceiros comerciais. Utilizando a sua ferramenta preferida de comunicação, o Twitter, Trump diz que não aceita ameaças do Irão e que esta pode vir a ser a pior guerra. Manifesta descontentamento quanto à possível manipulação desleal do valor das moedas na União Europeia e na China. O dólar tem ganha bastante força face a estas moedas, euro e yuan, tornando as exportações mais competitivas destes países. E não é só com o exterior que Trump mostra o seu desagrado, internamente Trump já veio mostrar que está contra as políticas da FED e que estas têm levado à valorização do dólar. Este ano o eurusd desvalorizou dos 1.24 aos 1.15, estando agora em consolidação do preço na zona dos 1.16. Estas declarações podem mostrar interesse a que o par cambial volte a corrigir em alta.
Estamos em plena época de resultados e hoje é a vez da Google mostrar as suas contas, se os resultados excederem as previsões dos analistas, o mercado poderá esquecer as quezílias comerciais e focar-se nas empresas. As FAANG, das quais faz parte a Google, têm sido as empresas prediletas dos investidores, levando o Nasdaq100 a conquistar máximos históricos consecutivamente e são elas o 'peso pesado' das carteiras da maioria dos investidores, o que quer dizer que os seus resultados, sejam eles positivos ou negativos, terão grande impacto nas bolsas.
22.7.18
PSI20
Não fosse a entusiasmante semana de apresentação de resultados que ora se inicia e diríamos que o PSI20 estava mais do que no ponto para enfrentar a silly season no marinanço que a época recomenda. Assim, mesmo que os resultados pouco costumem mexer com as cotações, há sempre esperança de que possam existir uns espasmos fora de época que ajudem a compor o orçamento e a colocar o índice no momentum correto para enfrentar a parte final do ano.
20.7.18
Market update de 20 de julho de 2018
Outlook
Os mercados negoceiam em baixa, no último dia da semana, a tomarem mais-valias.
Do outro lado do Atlântico, Trump veio questionar as próprias decisões da FED em relação às taxas de juro e a um dólar forte, colocando os investidores de 'pé atrás' com as indecisões internas e isto depois das declarações positivas de Powell sobre a economia nacional.
A guerra comercial continua no ar e agora é a União Europeia que diz estar a reunir um conjunto de bens para aumentar os impostos à importação, se os EUA avançarem com impostos à importação de automóveis europeus, na justificação de segurança nacional.
A IBM e a Microsoft reportaram resultados acima do esperado mas não conseguiram puxar os índices acionistas para o verde. Empresas ligadas ao exterior apresentaram resultados abaixo do esperado, como a eBay e a Alcoa mostrando os efeitos da guerra comercial nos seus resultados.
19.7.18
Market update de 19 de julho de 2018
Outlook
As bolsas seguem a negociar sem um sentido definido, com a divulgação dos resultados trimestrais das empresas a comandarem o sentimento económico.
No segundo dia de declarações, Powell volta a enaltecer o estado económico dos EUA mostrando que o presidente da FED está confiante quanto ao crescimento do país.
Os investidores mostram que acreditam que os EUA têm uma estrutura robusta o suficiente para se manterem firmes numa guerra comercial, levando os índices acionistas a manterem uma tendência altista de longo prazo. Enquanto que, com a China não mostram a mesma confiança, levando as bolsas chinesas e o yuan a cairem.
O livro bege foi divulgado ontem e indica que grande parte dos Bancos Centrais mostram receios quanto ao impacto da guerra comercial nos seus Estados.
Quanto aos resultados empresariais, no S&P500 os resultados batem as previsões em mais de 80 porcento, mostrando dinamismo económico. Ontem a IBM 'bateu' as previsões conjuntamente com o Morgan Stanley. O sector bancário passa para segundo plano e os investidores vão estar atentos às divulgações do sector tecnológico, o setor que mais investidores tem captado. Hoje será a Microsoft a apresentar resultados.
Portugal negoceia na linha de água sem grandes notícias nacionais que façam mover o mercado e a aguardar por uma tendência mais definida pelas suas congéneres.
18.7.18
Market update de 18 de julho de 2018
Outlook
As bolsas seguem a negociar mistas depois do Nasdaq100 fazer um novo máximo histórico.
As declarações de Powell, o presidente da FED, animaram os investidores. Este mantém uma perspetiva bastante positiva para o crescimento económico norte-americano, não esperando grandes subidas da inflação e podendo ajustar as taxas de juro se necessário mas sem dar grande relevância a este tema e ao impacto da guerra comercial dos EUA com os seus parceiros comerciais. A FED aumentou por duas vezes as taxas de juro este ano e o mercado espera um novo aumento em Setembro. A perspetiva positiva de Powell levou o dólar a valorizar face ao euro, continuando o EURUSD a consolidar na faixa entre os 1.15 e 1.18.
Estamos em plena época de divulgação de resultados trimestrais e as bolsas movem-se em reação a estes resultados. A Netflix desapontou as previsões dos analistas levando a empresa a cair mais de cinco porcento. Os investidores deverão estar atentos às divulgações das FAANG - Facebook, Amazon, Apple, Netflix, Google - uma vez que são o 'peso pesado' dos índices norte-americanos e as quais os investidores têm previligiado na composição das suas carteiras.
17.7.18
BCP
O motivo por que voltamos a falar do BCP, que apresenta resultados no final da próxima semana, tem que ver puramente com a leitura que fazemos do gráfico que nos parece ser suficientemente interessante para que a partilhemos convosco:
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















