Não fosse a entusiasmante semana de apresentação de resultados que ora se inicia e diríamos que o PSI20 estava mais do que no ponto para enfrentar a silly season no marinanço que a época recomenda. Assim, mesmo que os resultados pouco costumem mexer com as cotações, há sempre esperança de que possam existir uns espasmos fora de época que ajudem a compor o orçamento e a colocar o índice no momentum correto para enfrentar a parte final do ano.
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22.7.18
17.7.18
BCP
O motivo por que voltamos a falar do BCP, que apresenta resultados no final da próxima semana, tem que ver puramente com a leitura que fazemos do gráfico que nos parece ser suficientemente interessante para que a partilhemos convosco:
15.7.18
Mota Engil
Para nós há uma ideia que se sobrepõe a todas as outras em matéria de trading: evitar ao máximo que um negócio ganhador se transforme em prejuízo! No final, a lógica é que, uma vez que não conhecemos o dia de amanhã, mais vale uns piners no bolso do que ter que andar à rasca a amolar com um prejuízo arreliador. E não nos adianta muito andarmos com aqueles teorias do "e se" do costume: e se vendemos a ganhar uma tanga para depois comprar mais caro e a seguir ir vender a escangalhar tudo, e se vendemos e elas sobem e nunca mais lhes deitamos a mão, e se... Sejamos claros, esta arte dá pouco trabalho braçal pelo que a chatice está toda do lado do risco e da desilusão. No final, há que admiti-lo, vai dar sempre asneira e só há duas coisas que verdadeiramente importam, a saber, que a asneira não seja grossa e que o saldo acabe positivo. Para isso, quando a dúvida se impõe, vende-se! Vende-se quando ainda temos ganho e, se não formos a tempo, vende-se quando a perda ainda é suportável.
8.7.18
Nos e Sonae (e outras cenas)
As duas diferenças grandes entre apostar na bolsa e na nossaaposta é que na primeira podemos 1) jogar com o prazo e 2) usar a análise técnica. Esta última, ao contrário da estatística ou da larachada dos comentadores, tem o virtuosismo de ser usada por uma grande quantidade dos próprios intervenientes do mercado, de maneira que acaba por estar inquinada a favor dos participantes como se de um argumento circular se tratasse.
5.7.18
EDP Renováveis
Hoje, tardíssimo mas esperamos que ainda a tempo, lá nos decidimos a pôr umas pilecas na EDP Renováveis. Por ser tão tarde, fizemo-lo a medo e só mesmo para marcar posição, mas chegamos à conclusão de que o mercado anda a comprar a ideia de oferta da EDP pelas ações que ainda não tem na Renováveis (17%) e que o preço vai ter que ser bom para convencer os que foram enganados desde a OPV.
O apalermado de tudo isto é que nós já tínhamos metido essa ideia na cabeça há algum tempo, até porque tínhamos lido abundantemente sobre essa possibilidade e dito que sim, mas fomos burros ao ponto de nos deixarmos dormir no pedaço. Aliás, vejam lá no gráfico a nossa linha verde, a tal cuja quebra em alta obriga a pôr o trambolho todo a laborar e nós nada! Dá vontade de pegar nos neurónios que ainda estão a funcionar e esbofeteá-los um a um para aprenderem a fazer como deve ser o trabalho que lhes incumbe. É pena não poder educá-los dessa forma porque tenho a sensação que os sacaninhas não afinam se os ameaçarmos apenas à base de estupefacientes e vinho moscatel. Pelo contrário: até gostam, os viciados de merda. Deve ser da genética!
4.7.18
Jerónimo Martins
A Jerónimo Martins é um caso paradigmático da forma como funciona a bolsa. A empresa manteve-se durante imenso tempo bastante cara, com um valor de mercado a rondar os 10 mM€ para resultados líquidos anuais na casa dos 400 milhões. A Sonae, por oposição, andava em torno dos 2 mM€ para resultados de 150-200 milhões. É certo que a dívida da Sonae era 4 vezes maior do que os 300 M€ da JMT, mas o motivo porque existia tão flagrante desfasamento não tinha que ver com estes valores, que eram números do presente, mas sim com o que é chave na bolsa: o crescimento futuro.
2.7.18
Atualizações: BCP e Soni
Dois títulos que manobram dentro de canais descendentes bem definidos e onde só vale a pena entrar numa de duas hipóteses. Passamos a explicar:
1.7.18
PSI20 e Galp
O mês de junho deu-nos tanto trabalho que, para pôr comida na mesa tivemos de abdicar de vir aqui dizer de nossa justiça, até porque, bem vêem, esta estória do N€B é só gira mas não mata a fome, de maneira que nos fomos limitando a atualizar a carteirinha e deixamos a tasca em modo de autogestão.
Hoje vamos pôr aqui uma atualização de gráficos, num momento em que, de facto, o mercado está a fazer-se de difícil e no ponto ideal para arrumar com uns quantos para a valeta.
Aproveitamos para lembrar os senhores frequentadores deste humilde estabelecimento que os nossos gráficos contêm 3 linhas horizontais que são suportes ou resistências - consoante a situação - a que damos especial importância (sendo certo que convém dar sempre uma margem de alguns dias para que a coisa confirme). Usamos uma notação semafórica conhecida de toda a gente e que além disso dá um colorido patriota a gatafunhos que de outra forma poderiam ser um pouco agrestes. As retas têm as cores que se seguem, com os significados que apresentamos:
- vermelha, abaixo da qual damos o mercado por bear;
- amarela que suporta o nosso rácio ganho/risco favorável;
- verde acima da qual julgamos que é de ponderar ir com a sede toda ao pote!
28.5.18
Gráficos interessantes
Já não ia publicar mais nada, mas deixo só mais estes gráficos porque me parecem interessantes e falam sozinhos.
BCP:
BCP:
Son:
Cofina:
Galp:
Ponto de eutanásia?
Eu só queria que o animal fechasse o gap ou que, vá lá, fosse à base do canal, mas resolveram abrir saldos dos grandes e ele, com a ajuda do pagamento de dividendos, veio mesmo ao suporte dos 5500 pontos.
24.5.18
PSI20
Estamos quase no dia D, D de dividendos que é já amanhã, e a teoria em que laboramos neste preciso e exato momento, é a que passamos a expor.
21.5.18
Dividendos a que vai valer a pena ir 1
Galp: com menos 0,55€ a partir de sexta-feira, pode ficar numa posição maravilhosa para arrombar de vez com aquele canal e estabelecer novos máximos históricos. De estalo era vir testar a linha verde, e, ainda por cima pousar na base, mas não me acredito que tal possa suceder com o petróleo a namoriscar os 80 USD e a tenda montada para continuar a subir!
Altri: desconta 0,30€ na sexta-feira e eu julgo que os recuperará logo na 2ª. Se corrigisse um bocado até lá era uma delícia, para podermos aliviar indicadores e quiçá apanhá-la na zona da média móvel de 9 dias (linha verde). Seja como for, os dividendos são aqui mais um bom pretexto para ganhar gás para marcar novos máximos. O problema desta é que parece um foguete quer quando sobe, quer na altura de descer e é preciso ter coração saudável para enfrentar o tranco se a coisa azeda. E a verdade é que, meus amigos, sempre já são 75% desde março e o papel pode ser bom negócio mas também é sabido que arde fácil, de maneira que... O que é certo é que se querem pôr o vosso graveto a correr à frente do touro, não têm melhor!
E hoje não brinco mais!
20.5.18
PSI20 e BCP
Não nos vale de nada andarmos para aqui a tentar perceber por que motivo caiu o BCP 8,2% numa semana em que o PSI20, por causa da mola EDP, subiu para cima do nosso valor alvo de há uns meses a esta parte. Dito de outra forma, no que à carteira de cada um diz respeito pouco importa se foi por causa dos míseros milhões que ainda não perdoou ao Sporting (e agora talvez tenha mesmo que perdoar), se foi por causa da mais recente rodada da antiquíssima barafunda italiana, se foi pelo reforço dos curtos da Blackrock ou porque os resultados não convenceram (embora eu, pessoalmente, ache que até foram muito interessantes) ou por qualquer outro motivo. O que importa é que houve demasiados vendedores para as ofertas compradoras existentes e a queda deu-se.
13.5.18
Ponto da situação
Na sexta-feira, perto do final da sessão, entramos em modo pânico quando nos demos conta de que estávamos com menos de 50% investidos com o PSI20 a romper alegremente os 5600 pontos e com cara de quem ia ter o arrojo de fechar em máximos semanais. Claro que não nos esquecemos de que tínhamos um alvo no índice que anda cerca de 1% acima do valor atual, pelo que o rácio não parecia especialmente favorável:
8.5.18
7.5.18
Ponto da situação - índices
Parece-nos que o DAX ficou hoje com caminho aberto para ir testar máximos históricos, a não ser que amanhã não confirme a quebra daquela barreira que ali temos marcada, situação em que vamos ter muitos a magicar com um lower high. Por outro lado, com a situação em Itália na barafunda do costume e a previsível decisão americana de romper com o Irão anunciada para amanhã, um fecho em alta seria entusiasmante.
6.5.18
BCP, Soni e Cofina
Semana interessante esta que ora se inicia, por causa da apresentação de resultados que aí vem, onde se incluem várias empresas a que estamos particularmente atentos. Falaremos de 3.
22.4.18
Atualização
Andamos com falta de tempo e, acima de tudo, de pachorra para vir aqui bromear e isso tem-se notado, mas, como é evidente, mantemo-nos na faina sempre com fé de conseguir sacar o nosso quinhaozinho do que o mercado tem para dar. Penso que todos sabem como estes momentos de indecisão e de solavanco são os mais difíceis de todos e os mais propensos a fazer asneira porque, mesmo aqueles que melhor resistem ao vício de acompanhar as cotações, têm sempre uma certa tendência para hipervalorizar determinados sinais e notícias, reagindo por exagero. Quem deitar um olho ao diagrama da nossa carteirita na barra lateral pode ver como vamos tentando ser económicos e racionais nos movimentos que fazemos mas, mesmo assim, não somos dos que se mantêm indefectíveis nas nossas posições e isso acontece por dois motivos principais: 1) em vinte e tal anos de marinhagem, sempre tem funcionado; 2) reconhecemos que, como em quase tudo o resto, não conseguimos ter uma opinião formada e definitiva e somos humildes o suficiente para reconhecer que, se estivermos enganados, há uma probabilidade alta de sermos os últimos a saber! Esta falta de confiança na validade da informação que possuímos faz-nos valorizar a análise técnica de gráficos e tomar decisões que se baseiam na leitura que dela extraímos. Isso e uma certa loucura de que também padecemos!
Esta semana manobramos assim:
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Teixeira Duarte
15.4.18
BCP, Nick Cave e Kylie Minogue
Já não falamos há algum tempo no BCP e já quase que nos estranhamos! Fui ver o meu gráfico e os rabiscos que tinha para lá e nem foi preciso mexer para perceber!
Desde máximos, de 23 de janeiro, nos 33,4 cêntimos e sem grandes referências de negociação por esses valores tem vindo a desvalorizar tendo feito mínimo relativo, intraday, nas últimas sessões precisamente na anterior resistência, demarcada, pelos 26 cêntimos! Resistência que quebrou, suporte que virou!
Que esperar daqui em diante?
Eu vejo a possibilidade de estar formado um fundo em V no movimento entre os 28,5 e os 26 cêntimos, à semelhança do ocorrido em meados de setembro entre os 20 e os 23 cêntimos com a quebra destes em alta a terem levado à projeção nos 0,26€!
Ou seja, qual o interesse?
Quebra em alta dos 28,5 cêntimos! E só aí!
Qual a projeção?
Anterior máximo relativo, pelos 0,31€!
E mais?
Uma ótima semana!
E mais?
Uma ótima semana!
11.4.18
Atualização
Ainda nos andamos a recompor do gancho bem assente que a Sonae Indústria nos mandou direto à queixada, mas como sempre acontece nestas coisas, é mister ver o cenário de todos os lados possíveis e eu sou daqueles que não perco uma oportunidade de olhar para os desaires pelo prisma mais reluzente possível. Depois de nos terem cortado o cabelo à grande nos mercados que motivos poderão existir para deixar de ir de férias à barão e mandar vir para a mesa tudo aquilo a que temos direito? Digam-me um motivo lógico a ver se eu percebo! Que dinheiro gastaremos nós numas tainadas e numas patuscadas que o mercado não nos leve sem nós levarmos nada para casa? Nenhum, evidentemente! A conclusão a tirar, creio eu, é que negociar em bolsa é um chorrilho de vantagens: 1) se ganhas ficas todo pinoca, 2) se perdes deixas de ser sovina (e ainda pagas menos impostos). Só vantagens! Mas divago.
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