A dúvida que fica depois de lermos a História natural da estupidez é de perceber como pode um ser humano, neste caso, Paul Tabori, ter adquirido tanto conhecimento da história, numa época, bem entendido, em que não havia Internet e a única forma de acedermos à informação era a frequência assídua de bibliotecas e arquivos. A façanha é de tal monta que, em não raras ocasiões, ficamos a pensar que o autor está a inventar, mas Tabori escreve com uma erudição e tanto bom gosto que isso deixa de ter importância. No fundo, o livro é tão bom, tão rico e esclarecedor que, para nós, acaba por ser mais do que suficiente o lema de uma conhecida publicação nacional: se não aconteceu podia ter acontecido!
13.1.18
7.1.18
4.1.18
BCP
Anda tudo tão calças na mão com o BCP, sem saber onde é que há de vender, para fazer a jogadita da praxe e tentar alijar um bocado o stress de uma subida tão entusiasmante que eu resolvi interromper a novela e vir aqui deitar uma mão e dizer-vos onde é. Pois bem, amigos, os 30 são um número lógico, tão bom quanto qualquer outro para passar a pasta e têm a beleza do número redondo, mas eu sou gajo para meter na cabeça que não arreia em condições de valer o entrega e vai buscar antes dos 0,317€. De onde vem esse número? Ora vejam:
2.1.18
PSI20
Cá estamos num ano novo e se há coisa que esta indústria da Bolsa em que andamos enfiados tem de bom é que cada ano que começa tem sempre o potencial de ser aquele em que nos vamos exceder e acabar por atingir o desempenho mirabolante com que andamos a sonhar todos os dias.
13.12.17
Boas empresas - parte 2
Depois destas duas, arriscamos mais uma aposta numa empresa que não nos parece nada má para tentar bater o mercado nos próximos tempos. Como já sabem, não somos contabilistas e não temos mandato para leitura de relatórios e contas, nem possuímos alvará para atribuir price targets, mas temos descaramento que chegue e dois ou três neurónios num canto qualquer, ferramentas com que nos achamos habilitados (uns dirão que mal!) a mandar broas neste blogue. A situação que hoje trazemos à vossa consignação carece de uma introdução que também não nos importamos nada de fazer!
8.12.17
PSI20 (e CTT)
Há melhores dias do que um feriado para o PSI20 tentar pôr-se novamente por cima da nossa linha verde, mas havendo vontade muitas vezes é com pouco (volume) que se faz muito e se vai ao longe!
E o que diabo vem a ser essa linha verde? - pergunta o amável leitor.
3.12.17
Bitcoins
Anda toda a gente varada com a cena do bitcoin e (como agora se costuma dizer) não se fala em outra coisa. A verdade é que o caso não é para menos, não estivéssemos todos a presenciar ao vivo e a cores o desenrolar daquele que está a ser, muito provavelmente, o mais rentável negócio de toda a história da Humanidade. Eu diria, sem medo que errar, que nenhuma das 80 mil milhões de almas como a nossa que já passaram por este planeta alguma vez teve oportunidade de lucrar da maneira que nós tivemos! Só de pensar no caso é de um tipo dar em doido e quem ficou de fora e se puser a matutar no assunto como deve ser, com todos os matadores, como faziam, por exemplo, os filósofos gregos, só pode concluir que, depois disto nada mais vale a pena.
19.11.17
Boas empresas - parte 1
Dou de barato que todos sabemos que (dou de barato, mas não devia dar, pois vivemos num tempo de opiniões e não de verdades e num tempo de opiniões nada costuma ser barato - mesmo assim, como sou de outro tempo, arrisco):15.11.17
12.11.17
IA, PSI20 e BCP
Desconcertante é o mínimo que se pode dizer sobre o comportamento do PSI20 esta semana, ainda que desconcertado seja adjetivo quiçá inapropriado para descrever um mano que se aventure neste submundo dos mercados financeiros. Sem conserto ainda vá, muitos ficam desse jeito depois de o mercado ter tratado deles, mas desconcertado tem mais a ver com espanto e só um néscio se espanta com o vira e revira do traquinete!
6.11.17
PSI 20
Até ao momento, o PSI20 fez mínimo do dia justamente no valor chave: os 5320 pontos.
Para quem esteve de fora a aguardar por uma correção para entrar, estamos justamente em cima do valor a que é lógico fazê-lo, não só porque um rebound aqui é um fortíssimo sinal de compra, mas também porque em caso de quebra temos logo abaixo a Lta para confirmar se estamos mesmo em bull market de longo prazo ou se se tratou de um falso break.
Há, portanto, do ponto de vista técnico um rácio ganho/risco particularmente elevado.
5.11.17
O urso que se segue?!
Escrevia em finais de Julho no NOS, os CTT, a quebra do BCP e uma sugestão para o PdC a semelhança entre a NOS e os CTT nos seus estados bearish, demarcando um valor resistência para superar e animar em cada um dos casos! Não aconteceu! Manteve-se o desinteresse, nosso e supomos vosso! E bem!
Dos CTT, após hecatombe desta semana, que gráfico já prenunciava, já escrevemos aqui! Para os mais corajosos com skills para apanharem facas em queda e na expectativa de fazer parte de um rebound só vemos mesmo a Lta descendente, pouco acima dos 3€, para o efeito!
Confiram:
4.11.17
CTT
Era uma encomenda barata, feita num site chinês da especialidade, mas recebi-a com defeito de fabrico. Reclamei e, dois dias depois, tinha um estafeta à porta a levantar a peça inquinada e a entregar-me uma de substituição.
A história é conhecida de todos e ilustra a forma como o comércio eletrónico está a cercar por todos os lados o comércio tradicional, mas é também um exemplo claro de como os serviços de entrega de encomendas tiveram de se adaptar e evoluir de forma a fazer face a desafios cada vez mais complexos de um mercado com potencial de crescimento enorme.
22.10.17
14.10.17
Pharol (um exercício)
A Pharol tem sido uma das empresas menos apetecível, em termos de investimento, dado as dificuldades e ameaça de falência por que tem passado o seu maior ativo, a operadora brasileira Oi, mas, em contrapartida, tem feito as delícias dos jogadores do mercado tal a forma como tem permitido ganhar dinheiro, no curto prazo, graças a movimentos mais ou menos violentos motivados pela dança noticiosa em torno do processo de recuperação judicial da empresa do Brasil. É que mesmo aos mais contumazes defensores da bolsa enquanto investimento puro não pode deixar de criar sensação os mais de 130% de valorização no que vai de ano ou os 24% de subida só esta semana.
1.10.17
PSI20
Julgamos estar a dar novidade nenhuma ao dizermos que a negociação bolsista é, fundamentalmente, um jogo mental, não só uma luta entre medo e ganância, mas também um caso flagrante do célebre comportamento de manada, em que a perceção da realidade é muitas vezes condicionada por fatores que nada têm que ver com a própria realidade, mas mais com seguidismo e moda! Aquilo a que, em linguagem de caserna, se dá o nome de bull market nada mais é do que um mercado em que a perceção da massa de investidores está enviesada no sentido do embelezamento da realidade, por oposição ao bear market, situação em que ninguém dá um tostão furado por filet mignon! O curioso é que este comportamento de manada tem depois um claro efeito direto na economia real, gerando um ciclo vicioso que se autossustenta: quando um mercado fica bull/bear, a economia recupera/afunda!
Subscrever:
Mensagens (Atom)














