O ano tem sido de porrada tresloucada na Sonae Indústria que desfez, até agora, o que andou a fazer (e não foi nada pouco) na segunda metade de 2017. A coisa foi de tal ordem que já quase ninguém lhe liga e o volume que tem feito fazem dela um investimento de que pode ser muito difícil sair se a coisa der para o torto. Não fora isso e até que valia pagar só para ver que motivos terá tido o mercado para arrombar uma empresa que, segundo estimativas de já não sei quem, pode lucrar 23M€ este ano, o que lhe dá um PER menor que 5.
No primeiro trimestre o cenário não foi, de facto, prometedor com uma quebra no volume de negócios e no resultado líquido. Houve aquela cena dos incêndios nas fábricas portuguesas e uma diminuição da margem na América do Norte e o mercado foi rigoroso no castigo, tanto mais que, pelo meio, vimos como um dos administradores se agachou no momento em que se devia ter chegado à frente e investido uns patacos em contraplacado.





















